"Purifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo." Por Pitágoras Simplesmente... Hoje eu quero ser levado a sério As coisas mudam sempre, mas a vida não é só como eu espero Existe um dom natural que todos temos Nossas escolhas vão dizer pra onde iremos
sexta-feira, 6 de maio de 2011
NA REAL: VOU PARAR DE TRATAR COM PRIORIDADE QUEM ME TRATA COM OPÇÃO
" Às vezes focamos tanto em achar nosso final feliz que não aprendemos a ler os sinais, a diferenciar entre quem nos quer e quem não nos quer, entre os que vão ficar e os que vão nos deixar. E talvez esse final feliz não inclua uma mulher incrível.
Talvez seja você sozinho recolhendo os cacos e recomeçando, ficando livre para algo melhor no futuro.
Talvez o final feliz seja só seguir em frente. Ou talvez o final feliz seja isto: Saber que mesmo com ligações sem retorno e corações partidos, com todos os erros estúpidos e sinais mal interpretados, com toda a vergonha e todo constrangimento, você nunca perdeu a esperança.
As vezes sentimos obrigação de lutar por um relacionamento."
Separaçao tem de ser vista como a busca da felicidade
Mas vá com cuidado... Deus instrui sobre este assunto...
Ao se separar, não procure culpas nem fique remoendo o sentimento de fracasso. Vale a pena empenhar-se em ser feliz de novo. Em vez de transformar seu ex-parceiro em um inimigo, conserve a amizade dele – afinal de contas, foram muitas as alegrias e tristezas vividas juntos.
A cantora carioca Dolores Duran (1930-1959) a todos deslumbrou com seu talento na década de 50, deixando saudade ao falecer, ainda jovem. No curto espaço da sua vida, compôs, entre diversas obras-primas, a linda canção Fim de Caso, bem ao seu estilo “dor-de-cotovelo”. Essa canção, falando com muita doçura sobre a separação de um casal, começa assim: “Eu desconfio/ que o nosso caso está na hora de acabar, / há um adeus em cada gesto, em cada olhar...”
Separação costuma ser um momento difícil e doloroso na vida de um casal. Não importa se a relação foi longa ou curta, medida em anos ou semanas, de toda forma o adeus é triste e tem gosto de fracasso. Porém merece ser levada a bom termo a tarefa de conservar a amizade e o carinho entre duas pessoas que, num momento de suas vidas, concordaram e viver juntas e dividir alegrias e tristezas. Precisamos valorizar todas coisas boas vividas para podermos continuar a usufruir as boas lembranças, sem deixar que amarguras as esfumacem e as tornem perdidas. Muitas vezes, isso se torna complicado pelas tantas mágoas acumuladas no período de convivência. Mas essa questão é possível de ser superada quando se faz um esforço baseado na boa vontade que um merece do outro em função dos bons momentos e na camaradagem e amizade que possibilitaram a partilha de vivências importantes.
Tem de ser levado em conta o fato de que sempre existe em maior ou menor grau, a tentação de destruir a imagem do outro e também de debitar a ele toda responsabilidade pelo fim do relacionamento. A bem da verdade, ambos precisam encarar o fato de que é quase impossível que tal responsabilidade recaia apenas sobre um dos participantes: em 99% dos casos, pelo menos, cada qual tem sua parcela. É bom lembrar também que o fim de uma relação não significa necessariamente fracasso. Não podemos nos deixar levar pela ilusão de que todo amor ou todo casamento perdurará “até que a morte os separe”; muitos duram, como a rosa descrita pelo poeta francês François de Malherbe (1555-1628), apenas “o espaço de uma manhã”. Nem por isso, deixam de ser belos episódios. Essas tentações precisam ser superadas, para que se possa preservar para o futuro algo da relação que se desfaz.
Frequentemente, pela dificuldade em se admitir o fracasso da relação, o casal prolonga a agonia da convivência até não mais restar qualquer possibilidade de relacionamento, sobrando só magoas e rancores que em nada irão contribuir para que se possa manter um mínimo de convivência civilizada. Parece que essas pessoas estão tentando desesperadamente se livrar do sentimento de culpa causado pela separação e, em circunstancias como essa, a idéia de culpa é pouco realista e inadequada. Pouco realista pela inutilidade de se procurar culpados numa situação de sofrimento. Inadequada, pois num processo de separação, a prioridade precisa estar concentrada na possibilidade de salvar o que for possível daqueles tempos de amor e paixão.
Luiz Alberto Py
Meus comentários sobre o assunto, bem resumidamente....
O desejo divino para o ser humano é que o que Deus uniu não o separe o homem. Este deveria ser também o nosso desejo.
Faz-se portanto, necessária boa dose de bom senso na escolha do parceiro cujo relacionamento deve durar por toda a vida, conforme instrução bíblica.
Outro ponto a ressaltar é o da oração intercessória em favor do cônjuge para que Deus o (a) abençoe e para que o relacionamento feliz seja mantido.
Não é fácil, às vezes após 20 anos, 30 anos, 10 anos, 5 ANOS... mas essa é a vontade divina e devemos fazer a nossa parte, que Deus certamente fará a DELE.
Mas vá com cuidado... Deus instrui sobre este assunto...
Ao se separar, não procure culpas nem fique remoendo o sentimento de fracasso. Vale a pena empenhar-se em ser feliz de novo. Em vez de transformar seu ex-parceiro em um inimigo, conserve a amizade dele – afinal de contas, foram muitas as alegrias e tristezas vividas juntos.
A cantora carioca Dolores Duran (1930-1959) a todos deslumbrou com seu talento na década de 50, deixando saudade ao falecer, ainda jovem. No curto espaço da sua vida, compôs, entre diversas obras-primas, a linda canção Fim de Caso, bem ao seu estilo “dor-de-cotovelo”. Essa canção, falando com muita doçura sobre a separação de um casal, começa assim: “Eu desconfio/ que o nosso caso está na hora de acabar, / há um adeus em cada gesto, em cada olhar...”
Separação costuma ser um momento difícil e doloroso na vida de um casal. Não importa se a relação foi longa ou curta, medida em anos ou semanas, de toda forma o adeus é triste e tem gosto de fracasso. Porém merece ser levada a bom termo a tarefa de conservar a amizade e o carinho entre duas pessoas que, num momento de suas vidas, concordaram e viver juntas e dividir alegrias e tristezas. Precisamos valorizar todas coisas boas vividas para podermos continuar a usufruir as boas lembranças, sem deixar que amarguras as esfumacem e as tornem perdidas. Muitas vezes, isso se torna complicado pelas tantas mágoas acumuladas no período de convivência. Mas essa questão é possível de ser superada quando se faz um esforço baseado na boa vontade que um merece do outro em função dos bons momentos e na camaradagem e amizade que possibilitaram a partilha de vivências importantes.
Tem de ser levado em conta o fato de que sempre existe em maior ou menor grau, a tentação de destruir a imagem do outro e também de debitar a ele toda responsabilidade pelo fim do relacionamento. A bem da verdade, ambos precisam encarar o fato de que é quase impossível que tal responsabilidade recaia apenas sobre um dos participantes: em 99% dos casos, pelo menos, cada qual tem sua parcela. É bom lembrar também que o fim de uma relação não significa necessariamente fracasso. Não podemos nos deixar levar pela ilusão de que todo amor ou todo casamento perdurará “até que a morte os separe”; muitos duram, como a rosa descrita pelo poeta francês François de Malherbe (1555-1628), apenas “o espaço de uma manhã”. Nem por isso, deixam de ser belos episódios. Essas tentações precisam ser superadas, para que se possa preservar para o futuro algo da relação que se desfaz.
Frequentemente, pela dificuldade em se admitir o fracasso da relação, o casal prolonga a agonia da convivência até não mais restar qualquer possibilidade de relacionamento, sobrando só magoas e rancores que em nada irão contribuir para que se possa manter um mínimo de convivência civilizada. Parece que essas pessoas estão tentando desesperadamente se livrar do sentimento de culpa causado pela separação e, em circunstancias como essa, a idéia de culpa é pouco realista e inadequada. Pouco realista pela inutilidade de se procurar culpados numa situação de sofrimento. Inadequada, pois num processo de separação, a prioridade precisa estar concentrada na possibilidade de salvar o que for possível daqueles tempos de amor e paixão.
Luiz Alberto Py
Meus comentários sobre o assunto, bem resumidamente....
O desejo divino para o ser humano é que o que Deus uniu não o separe o homem. Este deveria ser também o nosso desejo.
Faz-se portanto, necessária boa dose de bom senso na escolha do parceiro cujo relacionamento deve durar por toda a vida, conforme instrução bíblica.
Outro ponto a ressaltar é o da oração intercessória em favor do cônjuge para que Deus o (a) abençoe e para que o relacionamento feliz seja mantido.
Não é fácil, às vezes após 20 anos, 30 anos, 10 anos, 5 ANOS... mas essa é a vontade divina e devemos fazer a nossa parte, que Deus certamente fará a DELE.
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100 timentos nobres.
100 timentos.
Tem pessoas perceptivéis a amar e sonhar e estão sempre fazendo e dizendo coisas para agradar,Mesmo que as palavras lhe trazem muita dor. Outras porém coitadas pobres de sentimentos vivem a inventar são tão simples de ideias que não sabem nem sonhar imagine meu bom Deus a Versejar! Não vivem suas vidas ficam a vigiar mas logo suas mentiras chegam e a verdade prevalecerá.Vamos andando que a fila anda e não gosto de ficar a lamentar os pobres que falam de compaixão amor e paixão sentimentos nobres que concerteza a amargura de seus corações não deixam vingar
É costume de um tolo quando erra queixar-se aos outros. É costume do sábio queixar-se a si mesmo.
Uma vez perguntaram a Buda: - O que mais te surpreende na humanidade? E Ele respondeu:
Quando pensei que sabia todas as respostas a vida trocou todas as perguntas
Vocês riem de mim por eu ser diferente, eu rio de vocês por serem todos iguais...